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Resident Evil Requiem: Dois estilos de jogo em um só game que promete sustos e ação!

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Última atualização em 28 janeiro, 2026

Resident Evil Requiem chega em 27 de fevereiro e promete misturar o terror clássico com ação intensa. O jogo retorna a Raccoon City com dois protagonistas, câmera personalizável e zumbis com comportamento diferente, trazendo uma experiência renovada para a franquia.

A franquia Resident Evil, que revolucionou o gênero de horror de sobrevivência há três décadas, enfrenta um desafio sempre que lança um novo jogo: como superar o nível de medo, inovação e intensidade do game anterior? Essa é a missão de Resident Evil Requiem, que chega aos consoles e PC em 27 de fevereiro, trazendo uma proposta que mistura tensão, enigmas e combates mais intensos.

Confira o trailer oficial de Resident Evil Requiem abaixo:

Resident Evil Requiem – 3rd Trailer

Ao longo dos anos, a série passou por diversas transformações. Ela saiu das câmeras fixas e do ritmo mais lento dos primeiros jogos, evoluiu para a perspectiva por trás do personagem com mais ação como ocorreu em Resident Evil 4 e, mais recentemente, apostou na visão em primeira pessoa, como em Resident Evil 7.

Em Resident Evil Requiem, a intenção é reunir esses elementos. O jogador alterna entre momentos de terror e investigação, com recursos limitados e foco em sobrevivência, e sequências de ação com tiros e confrontos mais diretos. A grande novidade é que é possível trocar a câmera entre primeira e terceira pessoa a qualquer momento, deixando o jogador escolher o estilo que preferir.

Dois protagonistas, duas experiências de jogo

O novo título retorna à Raccoon City, cenário icônico da série, agora devastado após uma explosão nuclear que tentou conter a infecção zumbi. A cidade está repleta de mistérios e novas ameaças, e é nesse ambiente que a história começa.

O jogador acompanha Grace Ashcroft, uma agente do FBI com ligação direta aos eventos anteriores da franquia. Ela é filha de Alyssa Ashcroft, personagem presente em Resident Evil Outbreak, jogo derivado lançado para PlayStation 2. Grace é enviada para investigar uma série de mortes misteriosas e infecções, com o último caso ocorrendo no mesmo local onde sua mãe foi assassinada oito anos antes.

Por ser uma agente em início de carreira, o estilo de jogo com Grace é mais próximo dos Resident Evil clássicos: há mais exploração, quebra-cabeças e menos ação. O jogador precisa ser cauteloso, evitando confrontos sempre que possível, pois a munição é escassa e os inimigos são ameaças constantes.

O teste mostrou que a melhor estratégia é avançar sem ser percebido, usando furtividade, se escondendo atrás de móveis, apagando luzes e usando a lanterna em ambientes escuros.

Quando o combate se torna inevitável, Grace conta com pistolas e itens improvisados, além de recursos químicos que podem ser criados com sangue e substâncias coletadas de inimigos uma forma de eliminar zumbis em situações extremas.

Leon Kennedy retorna com mais ação

🎮 Experiência com Leon Kennedy: ação e combate intenso

A experiência muda totalmente ao jogar com Leon Kennedy. Desde sua primeira aparição em Resident Evil 2, ele evoluiu de um policial novato para um agente mais experiente e preparado, principalmente a partir de Resident Evil 4, um dos títulos mais elogiados da franquia. Em Resident Evil Requiem, Leon retorna com uma abordagem mais voltada ao combate e à sobrevivência em situações extremas.

Com Leon, o jogo tende a ficar mais focado em ação, com confrontos mais frequentes e ritmo mais acelerado. Ele não precisa depender tanto de furtividade como Grace, e sua jogabilidade favorece o enfrentamento direto.

O que muda quando você joga com Leon:

  • Mais ação e menos furtividade;
  • Combate mais intenso e direto;
  • Ritmo mais acelerado e confrontos mais frequentes.

Se Grace representa o lado mais clássico e tenso da franquia, Leon é a parte mais agressiva e explosiva, deixando o jogo com um ritmo mais frenético e cheio de enfrentamentos.

Câmera personalizável: primeira ou terceira pessoa

Uma das novidades mais comentadas de Resident Evil Requiem é a possibilidade de alternar a câmera a qualquer momento. O jogador pode escolher entre a visão em primeira pessoa, que aumenta a imersão e o terror, ou a visão em terceira pessoa, que oferece mais controle e noção do ambiente.

Durante o teste, a combinação mais interessante foi jogar com Grace em primeira pessoa, para intensificar o medo e a tensão, e usar Leon em terceira pessoa, para enxergar melhor os inimigos ao redor. Ainda assim, quem preferir pode manter apenas uma das perspectivas durante toda a experiência.

Zumbis com comportamento diferente

Os inimigos tradicionais da franquia estão de volta, mas com um toque novo: a infecção mantém traços da personalidade que os personagens tinham em vida. Isso significa que alguns zumbis continuam realizando ações típicas, o que aumenta o suspense e a sensação de perigo.

Entre os exemplos observados no teste:

  • Um cozinheiro continua tentando preparar alimentos e pode atacar com uma faca;
  • Um médico segue com instrumentos cirúrgicos;
  • Uma faxineira permanece limpando o ambiente e se machuca com cacos de vidro;
  • Uma cantora continua entoando músicas, podendo desorientar o jogador com o som.

Além disso, alguns inimigos utilizam objetos do cenário como serras elétricas. Caso o jogador consiga derrubar o item da mão do inimigo, é possível utilizá-lo a seu favor. Um exemplo do teste mostrou Leon atirando nas mãos de inimigos com motosserra, fazendo com que a arma caísse no chão ainda ligada e, se usada corretamente, pode ser uma ferramenta poderosa, embora arriscada.

O game também apresenta um monstro gigante, que não consegue passar por portas, mas destrói paredes para perseguir os protagonistas, criando momentos de perseguição e tensão.

Resident Evil Requiem pode ser o renascimento que a franquia precisava!

A mistura de estilos de jogo em Resident Evil Requiem pode ser a fórmula ideal para renovar a franquia: enquanto Grace traz o clima de terror clássico e investigação, Leon aparece com ação pesada e combates intensos. A alternância entre essas duas abordagens deixa o jogo mais imprevisível e mantém o jogador sempre em alerta.

A grande expectativa é ver se o produto final vai conseguir equilibrar esses dois lados e entregar uma experiência digna de comemorar os 30 anos de uma das séries de zumbis mais importantes dos videogames.

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